terça-feira, 4 de novembro de 2014

Atividade desse final de semana.

O Grupo Severino Ramos de Oliveira realizou uma atividade social durante do dia de finados. Os escotistas e jovens do grupo distribuíram água durante todo o dia para as pessoas que iam realizar visitar no cemitério da cidade, além de dar apoio durante a realização da missa.
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UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL COMEMORA 90 ANOS NESTA TERÇA-FEIRA

União dos Escoteiros do Brasil comemora 90 anos nesta terça-feira




















Neste dia 4 de novembro, a União dos Escoteiros do Brasil comemora 90 anos de existência e, para celebrar esta data, vamos relembrar os fatores que levaram à criação da nossa Instituição e o fortalecimento e expansão do Movimento Escoteiro.
Voltando pouco mais de um século, chegamos em 1910, quando foi criada a primeira associação escoteira em nosso país: o Centro de Boys Scouts do Brasil, no Rio de Janeiro. Embora tenha sido responsável pelos primeiros passos do Escotismo no Brasil, ela deixou de existir rapidamente.
Nos anos seguintes, diversas iniciativas escoteiras foram surgindo de maneira desordenada, até que outras quatro instituições foram criadas: a Associação Brasileira de Escoteiros, em São Paulo; a Associação de Escoteiros Católicos do Brasil, com sede do Rio; a Confederação Brasileira de Escoteiros do Mar, também no Rio; e a Federação Fluminense de Escoteiros, além dos grupos existentes no Pará, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraná, também orientados pela ABE. Todas essas associações estavam empenhadas em executar seus próprios programas, de maneira individual.
Observando o crescimento do Movimento Escoteiro e as divergências que separavam as associações existentes, Benjamin Sodré passou a lutar pela unificação das instituições. Ele acreditava que era preciso haver uma ligação entre as associações, e que somente assim o Escotismo poderia avançar ainda mais. Na edição de 23 de janeiro de 1924, ele escreveu na seção que mantinha na revista “O Tico-Tico”:
Refletindo o espírito de pouca harmonia dos brasileiros que vivem a brigar; essas associações se correspondem, se entendem, mas não se ligam.
Sofre com isso o Escotismo, que se desenvolve entre nós sem a precisa uniformidade, e sofre o nome do Brasil, que de outro modo poderia figurar entre as grandes potências escoteiras, coisa que não é de desprezar hoje, quando o escotismo tem por mais de uma vez ocupado a atenção e sugerido discussões na Liga das Nações. (…)
Tentativas têm sido feitas para reunir as Associações, mas todas vãs, porque ora a vaidade de domínio, ora pequeninas questões pessoais conservam afastadas forças preciosas que deveriam unir, valendo pelo dobro.
É um dever de todos, desde o mais pequenino escoteiro até o mais importante Chefe, procurar criar uma atmosfera de harmonia entre todas as associações, para que elas se liguem constituindo uma confederação geral que possa representar o Escotismo do Brasil.
O desejo do Velho Lobo, como Sodré era denominado, foi reforçado durante todo o ano seguinte. Ele afirmava que “o Brasil se deve representar, em qualquer reunião internacional, não por uma delegação de uma de suas Associações, mas por uma Delegação de Escoteiros do Brasil”.
Em 1924, três das quatro associações existentes atenderam ao convite do Velho Lobo e passaram a se reunir frequentemente para discutir possibilidades e levantar bases para a criação da União dos Escoteiros do Brasil, nome sugerido pelo padre Leovigildo Franca e aprovado por unanimidade.
Finalmente, em 4 de novembro de 1924, por iniciativa da Associação de Escoteiros Católicos do Brasil, da Confederação Brasileira de Escoteiros do Mar e da Confederação de Escoteiros do Brasil, foi fundada a União dos Escoteiros do Brasil, com sede no Rio de Janeiro. Por seu esforço em unificar o Escotismo no país, Benjamin Sodré recebeu, em 1952, o título de “Escoteiro número 1 do Brasil”.
Por atender ao desejo do fundador, Baden-Powell, e por seus esforços para unificar e expandir o Escotismo, a União dos Escoteiros do Brasil foi, e é a única organização reconhecida pela Organização Mundial do Movimento Escoteiro.
Em comemoração à essa história, foi lançado hoje o livro “A União – A história da chegada do Escotismo ao Brasil e dos 90 anos da UEB”, de Antonio Boulanger, que conta com riqueza de detalhes toda a nossa caminhada.
Escoteiros do Brasil, comemorem conosco esta data: vocês são parte dessa jornada. Nós os parabenizamos pelo trabalho diário para tornar o Movimento Escoteiro ainda mais forte e encantador, contribuindo na construção de um mundo melhor.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

ESCOTEIROS DO BRASIL TÊM PROJETO APROVADO NA LEI DE INCENTIVO À CULTURA


Escoteiros do Brasil têm projeto aprovado na Lei de Incentivo à CulturaOs Escoteiros do Brasil deram um importante passo na promoção do Escotismo ao conseguir aprovar um projeto na Lei de Incentivo à Cultura, também chamada de Lei Rouanet. A Gincana Cultural Nacional Escoteira é uma atividade de mobilização, voltada à integração e colaboração com a sociedade, para promoção e difusão cultural. A proposta é que ela seja realizada em outubro de 2015 e 2016, em todas as cidades abrangidas por grupos escoteiros.


Após a aprovação do projeto, agora vem a fase de captação de recursos para que se torne viável sua realização. A Equipe de Mobilização de Recursos do Escritório Nacional está em busca de apoiadores e investidores para que, por meio da doação de parte do Imposto de Renda, seja possível alcançar o valor proposto.

A Lei Rouanet é uma política de incentivos fiscais que possibilita que empresas e cidadãos apliquem parte de seu Imposto de Renda em ações culturais. O objetivo da Lei é assegurar e conservar o patrimônio artístico brasileiro, por meio do estímulo à difusão da cultura local.

No caso de pessoa jurídica tributada no lucro real, a dedução pode ser de até 4% do valor do Imposto de Renda devido, e sendo pessoa física é possível utilizar até 6% do IR. O valor direcionado a um projeto vem como forma de dedução no IR do ano seguinte.

Para mais informações ou dúvidas, entre em contato com a equipe do EN:

Gustavo Gaio mobilizacao@escoteiros.org.br

Felipo Nichetti mobilizacao2@escoteiros.org.br